Às vezes me escondo em um sorrisoNuma superficialidade sem sentidoÀs vezes me sinto meio perdidoMeio sem chão, sem um destinoMeio badalo, meio sinoÀs vezes me sinto um inquilinoDa minha mente um assassinoÀs vezes me sinto meio ave de rapinaVilão perverso de mim mesmoHerói da minha própria sinaÀs vezes me arriscoMeio adulto, meio meninoÀs vezes só me rabiscoNessa superficialidade sem sentidoMeio maleável, meio arredio
Este é um espaço criado para publicar aquilo que eu chamo de meus "escritos". São poemas e pensamentos deste que vos fala ou escreve....
terça-feira, 22 de maio de 2012
Superficialidade do Ser
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